Arte e tecnologia juntas e misturadas prometem agitar Porto Alegre na 2ª edição do Tech Art Festival

O conteúdo musical da 2ᵃ edição do Tech Art Festival, que será realizada neste 21 de março, das 11:00 às 20:00, na Fábrica do Futuro, em Porto Alegre, vai ter mulheres incríveis como B.art, a rapper, DJ, poeta e MC; a dupla 50 Tons de Pretas e a artista multimídia Lumanzin, em meio a muita tecnologia.

O evento celebra um ano do ecossistema da Fábrica do Futuro e convida as pessoas para conhecerem a vida pulsante do habitat que reúne projetos e mentes criativas em educação, cultura e inovação. A base do festival é relacionar arte e tecnologia, buscando novas linguagens, formatos, reflexões e comportamentos com talks, debates, showcases e experiências. Inteligência Artificial, Neurociência, criatividade, propriedade intelectual e sensorialidade são alguns dos temas de nomes já confirmados.

B.art é uma rapper, DJ, poeta e MC, nascida em Pelotas e hoje vivendo em Novo Hamburgo. Foi uam das selecionadas no programa Natura Musical, junto com nomes como Frank Jorge e Kassin, Tagua Tagua, Vitor Ramil, e Zudizilla. B.art tem a rima como principal aliada para abordar temáticas astrais, discussões sociais e gritos de liberdade. Seu primeiro disco virá acompanhado de zine, shows e uma série de videoclipes.

Já o 50 Tons de Pretas, formado por Dejeane Arruée (vocal, trombone) e Graziela Pires (vocal), mescla muito bem um apanhado de referências que traçam um diálogo aberto com o pop, o samba, o rock e a música popular brasileira como um todo. Além de grandes compositoras, musicistas e arranjadoras, ambas desenvolvem trabalhos como educadoras para crianças e adolescentes. É uma música alegre, pra cima e dançante. Mas estão nas letras temas que envolvem as mulheres negras, o feminismo, a diferença de classes, a esperança de uma sociedade igualitária e o empoderamento da mulher.

Sozinha no palco com seus equipamentos, Lumanzin conta que sua música é orgânica. “Normalmente quando veem uma pessoa sozinha no palco cheia de equipamentos eletrônicos se espera um show de musica eletrônica, mas meu som não tem nada a ver com isso. Meu som é muito orgânico, através da plataforma eletrônica, tem muito coral, vozes, bastante percussão e looping, mas uso o looping de uma maneira não tradicional, apenas com a voz, para ter outra textura e não ficar repetitivo”, antecipa Lu sobre a experiência que vai trazer para a capital gaúcha. O show também é interativo, com projeção de um vídeo em que ela interage com outras fases de sua música.

Ingressos podem ser adquiridos pelo site http://techartfestival.com.br/

Fonte: Grazieli Gotardo e Tatiane Mizetti – Reverso Comunicação Integrada – (GC)

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