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Tudo que os rostinhos deles dizem sobre sua aula na palma das nossas mãos

Duas acadêmica empreendedoras e visionárias arregaçaram as mangas, em 2002, para dar início a um projeto educacional em Maceió (AL) que, com muito êxito, logo chegou, por meio de suas filiais, a São Paulo (SP) e Orlando (USA). As irmas Fátima e Vanessa Tenório fundaram, anteriormente, uma escola de idiomas (1985), trabalhando com formação de professores. O mestrado em Educação na University of Bath, na Inglaterra, aprofundou não somente o conhecimento de ambas sobre o estudo de inglês, mas também enriqueceu suas perspectivas direcionadas por pesquisas e visitas técnicas para observação de aulas no Reino Unido e nos EUA, bem como em programas bilíngues da Espanha. Foi sob esse norte que surgiu o Systemic Bilingual, primeiro programa de educação bilíngue do Brasil, o qual hoje conta com mais de 100 colaboradores, estando presente, por meio de parcerias, em 100 escolas de 18 estados brasileiros, com a missão de levar a educação bilíngue a mais de 20 mil alunos do nosso país.

Como sabemos, as áreas de educação vivem em ciclos espirais de transformação constante no mundo contemporâneo, seja em razão dos avanços das tecnologias de comunicação e informação, seja em consequência dos resultados de novas investigações e análises sobre as relações entre mediadores e alunos nos processos de construção de conhecimento. Por isso, o pioneirismo da Systemic Bilingual, que ao longo dos últimos anos viu surgirem ao seu redor outros players renomados e bem posicionados num mercado em flagrante crescimento (como a International School, por exemplo), continua sendo honrado pelas empreendedoras acadêmicas por meio da apresentação ao universo acadêmico de novas ideias e lançamentos de produtos idealizados em prol do estudo de inglês. Na semana passada, por exemplo, durante a Bett Educar, foi apresentada no estande da Systemic uma nova ferramenta de reconhecimento facial que está entrando na composição de sua plataforma digital para uso em sala de aula.

A tecnologia capta as expressões dos alunos para que os professores possam avaliar a receptividade de cada tema tratado em sala, tornando as aulas mais dinâmicas e atrativas. Durante o evento, foi possível aos visitantes experimentarem o novo recurso, tirando uma foto no estande e, por meio do programa de reconhecimento facial, receberem um relatório sobre suas emoções e sentimentos no momento exato do clique.

Segundo o gerente de desenvolvimento do Systemic Bilingual, Rone Costa, esta tecnologia ajuda e empodera os professores no planejamento de suas aulas.

“Por meio do reconhecimento facial e da captação das emoções e sentimentos, é possível saber como os alunos se sentem em cada momento da aula, quais atividades foram mais engajadoras e como os alunos iniciam e terminam cada aula”, explica Costa.

As informações coletadas e analisadas nesse processo permitem que o docente avalie e planeje aulas mais dinâmicas e atraentes, com o intuito de estimular a criatividade dos alunos.

“Estamos muito otimistas com o lançamento da tecnologia de reconhecimento facial. Além disso, fazemos questão de estar presente no maior congresso de educação da América Latina juntamente com gestores, coordenadores e professores das melhores intuições do País. Quando participamos pela primeira vez do evento éramos o único programa de educação bilíngue na área de exposição. É muito gratificante ver que existem diversas empresas que se inspiraram em nosso modelo e, hoje, também passaram a fazer parte da Bett Educar”, enfatiza Rone Costa.

Fonte: Ana Laura e Patrícia barbosa – EPR Comunicação Corporativa | (GC) 

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