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Exportações crescem no primeiro semestre de 2017

Apesar da instabilidade na economia do País e do recuo de 9,3% no mês de junho, as exportações brasileiras cresceram no primeiro semestre de 2017, e tendem a evoluir até o final do ano.

No acumulado de janeiro a junho, o montante ficou em US$ 301,40 milhões, o que representa alta de 6,2% em relação ao mesmo período de 2016. Em âmbito nacional, em junho, o setor moveleiro somou US$ 51,8 milhões, frente aos US$ 57 milhões alcançados em maio.

De acordo com os dados do IEMI, desenvolvidos com base nas informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC, os países destino das exportações brasileiras são Estados Unidos (25,3%), Argentina (10,6%), Reino Unido (9,8%), Peru (7,3%) e Uruguai (7,2%).

No Rio Grande do Sul, junho apresentou queda de 6,8%, chegando a US$ 14,2 milhões. Em maio, foi de US$ 15,2 milhões.  Santa Catarina continua liderando o ranking nacional dos estados que mais exportaram, com 36,3%. O Rio Grande do Sul permaneceu em segundo lugar, com 27,5%, seguido pelo Paraná, 16,2%, São Paulo, 12,7%, e Minas Gerais, 2,9%.

Sobre a MOVERGS 

Com mais de 30 anos de atuação, a MOVERGS representa mais de 2.700 indústrias moveleiras no Estado, e tem como lema “unir para fortalecer, renovar para crescer”. Em 2016, somente em Bento Gonçalves, o setor moveleiro faturou R$ 1,81 bilhões entre, aproximadamente, 300 empresas do segmento. A indústria totaliza no município 300 empresas e 6,44 mil empregos gerados. Dentro da indústria de transformação, a área moveleira é a que mais emprega. É, portanto, de significativa contribuição para o desenvolvimento econômico e social da cidade que é um dos principais polos do segmento no Brasil.

O Rio Grande do Sul tem, atualmente, mais de 2,7 mil empresas moveleiras, que respondem por 19% do total de móveis fabricados no Brasil. No ano passado, as indústrias de móveis e colchões faturaram R$ 10 bilhões e exportaram US$ 178,8 milhões, e os principais mercados foram Reino Unido, Uruguai, Peru, Estados Unidos da América, Chile e Argentina. Também foram responsáveis pela geração de mais de 38 mil empregos. Tais indicadores demonstram o quão representativo é o segmento no contexto da economia gaúcha, tanto pela geração de renda e tributos, quanto de postos de trabalho.

Fonte: Beti Sefrin e Luciane Rocha Martins, da Insider2 Brasil | (GC)

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