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Vodka nacional avança no mercado de alcoólicos e visa a fatia dos importados

Uma bebida que permite misturas com frutas, refrigerantes, energéticos ou simplesmente pode ser consumida na condição pura vem atraindo cada vez mais os consumidores brasileiros. Essa versatilidade é uma característica importante e que impulsiona o consumo e expansão da vodka no mercado nacional. De acordo com dados da Nielsen, as vendas da bebida crescem a uma taxa próxima a 4% ao ano. Especificamente, o segmento de Super Premium apresentou crescimento de 1000%.

De olho neste volumoso mercado, a Kalvelage faz um brinde quando o assunto é competitividade, mobilidade e concorrência nacional direta. Isso porque, os empresários Maurício e Marcos Kalvelage desenvolveram um produto com padrão Super Premium na produção da bebida, que inclusive já foi reconhecido nos principais concursos internacionais. A vodka Kalvelage possui sete medalhas, a mais recente premiação recebida no Hong Kong International Wine and Spirits Competition, a Kalvelage Vibe  participou pela primeira vez do concurso, e ambas levaram a Medalha de Prata, totalizando oito medalhas no grupo, o que a posiciona entre as melhores marcas de vodka do mundo, sendo, inclusive, a única vodka de cereais do Brasil a receber essas premiações.

A comercialização da Kalvelage se deu no final de 2013 e hoje a bebida está presente em vários estados, sendo Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco e Ceará. Além disso, já contabiliza 800 pontos de venda, que comercializam uma garrafa, em média, por R$ 98,00.

Com dois produtos diferentes, a Kalvelage Vibe (Premium) e a Kalvelage (Super Premium), a meta para 2017 é aumentar os pontos de venda e investir em novos distribuidores e produtos. A empresa não revela valores de investimento e faturamento. “Nosso preço é competitivo, pois além de não estarmos tão suscetíveis às variações do dólar quanto às marcas importadas, temos um processo de produção muito bem resolvido e utilizamos matérias primas nacionais. Além disso, temos uma boa mobilidade dentro do país e nenhum concorrente nacional direto”, comemoram os irmãos Kalvelage.

História de empreendedorismo

 Os irmãos Maurício e Marcos Kalvelage diziam que ao se aposentar iriam produzir a própria vodka. Marcos, 45 anos, engenheiro civil e de minas com Mestrado em Engenharia de Minas, e Maurício, 39 anos, arquiteto, estudaram e se especializaram no assunto. Hoje ambos são Mestres Alambiqueiros. Ao decorrer do tempo, foram adquirindo mais conhecimentos e o hobby virou plano de negócio.

No início avaliavam e testavam matérias-primas e processos produtivos, a intenção era encontrar o padrão de qualidade que tinham como objetivo. A partir daí, iniciaram os projetos e desenvolvimento de equipamentos de produção que pudessem mudar a história da vodka nacional.

Fonte: Daiana Oliveira, da Notícia Expressa Assessoria de Comunicação | (GC)

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