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Pesquisa da Adobe conecta criatividade com sucessos profissionais e pessoais. Japão lidera ranking das nações mais criativas

San Jose, Califórnia – A Adobe anuncia os resultados de uma pesquisa que mostra que o investimento em criatividade recompensa, e com benefícios tangíveis: do crescimento de renda até uma maior competitividade e produtividade nacional. O relatório “StateofCreate: 2016”, que entrevistou mais de 5 mil adultos em 5 países, revelou que as pessoas que se identificam como criativas têm uma renda 13% maior do que as não-criativas. Globalmente, mais de dois terços (70%) acreditam que ser criativo ajuda a fazer com que as pessoas sejam melhores trabalhadores, líderes, pais e alunos.

“Um investimento em criatividade e design é simplesmente um bom negócio”, deflagra Mala Sharma, vice-presidente e gerente geral da CreativeCloud da Adobe. “A criatividade e a produtividade andam de mãos dadas, mas investir em criatividade não está nos planos de muitos dos líderes atuais. Essa pesquisa da Adobe é um grande sinal de alerta para as empresas, mostrando que elas precisam pensar de forma diferente e fornecer aos funcionários as ferramentas e a liberdade para que sejam criativos”.

Outros destaques da pesquisa:

– Ser criativo é considerado um atributo de valor para a sociedade por 70% dos respondentes, enquanto 64% enxergam que a criatividade impõe vantagens na economia.

– Apenas 4 entre 10 entrevistados consideram-se criativos.

– Entre as diferentes gerações, as pessoas mais novas (entre 18 e 35 anos) se descrevem como mais criativas do que as mais velhas (mais de 36 anos) – 48% x 38% – e também se preocupam mais com que sejam percebidas como criativas – 63% x 47%.

Quando a criatividade recompensa

– Entrevistados que se consideram “criativos” são mais propensos que os “não-criativos” a se considerarem: inovadores (32% x 7%), confiantes (44% x 22%), problem-solvers (50% x 28%) e felizes (45% x 26%).

– Entre os “criativos”, 46% entendem que a criatividade os ajudam a fazer a diferença, enquanto apenas 15% dos “não-criativos” apontaram o mesmo.

A criatividade e o design são bons negócios

– Os respondentes acreditam que negócios que investem em criatividade são mais inclinados a: aumentar a produtividade dos colaboradores (78%), ter colaboradores mais satisfeitos (80%) e oferecer melhores experiências de consumo (78%), fomentar a inovação (83%) e obter sucesso financeiro (73%)

– Quase dois em três entrevistados (65%) pensam que um bom design é mais importante hoje do que há cinco anos.

Os governos e as escolas precisam da criatividade

– Os entrevistados, em sua maioria, são da opinião de que um governo que investe em criatividade tem mais chances de aumentar a produtividade (79%), promover a inovação (87%), ter cidadãos mais felizes (76%) e ser mais competitivo (78%).

– 76% acreditam que a libertar o potencial criativo é a chave para o crescimento econômico. No entanto, um grupo similar (74%) sente que os governos não estão à altura de seus potenciais criativos.

– Cerca de dois terços (65%) dos entrevistados acreditam que a criatividade está sendo sufocada pelo sistema educacional, e apenas 41% acredita que o governo incentiva as escolas a ensinarem os alunos a serem criativos.

O Japão é visto como o país mais criativo

Além de seus pontos de vista com relação à criatividade, os entrevistados foram convidados a compartilhar suas opiniões sobre qual seria o país e a cidade mais criativos dentre os cinco países pesquisados.

Globalmente, o Japão é considerado o país mais criativo (34%) e Tóquio a cidade mais criativa (26%), seguidos pelos Estados Unidos (28%) e por New York (23%), respectivamente.

Sobre o Estudo “StateofCreate: 2016” da Adobe

O estudo “StateofCreate: 2016”foi conduzido em pesquisa online com 5.026 adultos nos EUA, no Reino Unido, na França, na Alemanha e no Japão. A pesquisa foi realizada de 19 de setembro até 3 de outubro de 2016. O relatório foi encomendado pela Adobe e produzido pela empresa de pesquisa de Edelman Intelligence. A margem de erro para a amostra americana é de +/- 3,1 pontos percentuais e para a amostra global é de +/- 1,4 pontos percentuais. Para mais informações o estudo “StateofCreate” da Adobe, acesse http://www.adobe.com/go/stateofcreate2016.

 Fonte: Rafael Bueno e Cecília Ferrarezzi – RMA Comunicação | (GC)

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