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A pioneira Patrícia Vilhena assume diretoria comercial na Tintas Sherwin-Williams sem temer enfrentar mercado em retração

A Engenheira Química com MBA Executivo na BSP/SP e com uma grande experiência em liderança comercial em nível nacional e região do Mercosul, Patrícia Vilhena, de 55 anos, acaba de integrar o time da Tintas Sherwin-Williams e assumir o posto de nova diretora comercial Protective & Marine no Brasil. Com larga experiência no segmento de tintas industriais, a profissional trabalhou por mais de 20 anos na Akzo Nobel/International Paints e já assumiu cargos abrangentes e de grande responsabilidade.

Na Tintas Sherwin-Williams desde o dia 1º de agosto, Patrícia Vilhena espera “agregar e trazer uma visão de fora, que com certeza, poderá ajudar a dar um novo foco para a Tintas Sherwin-Williams, ou, até mesmo, direcioná-la para um outro mercado que, no momento, a empresa não enxergava oportunidade”.

Com uma visão comercial técnica sobre a pintura anticorrosiva e o segmento de P&M, a nova diretora comercial aliará sua bagagem que vem desde 1988 – quando se tornou a primeira mulher a participar do programa Abraco Petrobrás e a primeira inspetora qualificada a fazer inspeção de pintura no Brasil – aos objetivos, estratégias e metas da Tintas Sherwin-Williams.

“Estou tendo uma oportunidade ímpar de ser uma diretora sênior na minha função e de poder estar na Tintas Sherwin-Williams, agregando e tendo reconhecimento do mercado para compartilhar a minha experiência e continuar o meu legado que iniciou em 1985 com foco em promover o crescimento sustentável da empresa”, destaca.

Visão de mercado

Em relação ao cenário econômico e político atual, Patrícia Vilhena reconhece a evidente retração no mercado, porém, enxerga oportunidades também.

Segundo a nova diretora de vendas, “o mercado de proteção anticorrosiva e marítimo, normalmente é o último a sentir o impacto e a retração, mas também é o último a retomar o crescimento, então se torna muito interessante porque o desafio é muito grande. As manutenções continuam nas plantas petroquímicas, no setor de bebidas e alimentos e na indústria de açúcar e álcool, mas reduziram-se os novos investimentos no mercado de óleo e gás, por exemplo, onde houve uma grande perda nos projetos que estavam destinados para o Brasil, indo para Ásia, principalmente China e Cingapura, e os Estados Unidos nem tanto. Então, a gente sente o reflexo porque este é um segmento onde se tem o suporte de várias empresas e atividades em conjunto. E, com a minha visão e experiência, espero trazer e fazer a empresa enxergar oportunidades em segmentos de mercado onde a participação ainda não era expressiva”.

De acordo com a executiva, o mercado de proteção de ativos é muito importante, mas, sobretudo, o mercado de proteção patrimonial, que oferece a proteção passiva contra incêndio, por exemplo, como a solução ideal.

“A Tintas Sherwin-Williams possui o Firetex para proteger contra o fogo, o ativo do cliente e, principalmente, para dar segurança às pessoas que estão trabalhando em uma plataforma de petróleo ou em um shopping… Em soluções como essas, precisamos pensar e investir cada vez mais”, finaliza.

Fonte: Alfapress Comunicações | (GC)

 

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